| MAIS UM ANO | ADEUS ANO VELHINHO | NOVO ANO |
| Là se foi mais um ano | Adeus ano vélhinho | Bem vindo sejas-tu novo ano |
| Que tanto dano causou | Deixa agora o teu caminho | Muito feliz estou eu por te encontrar |
| Deixando o nosso mundo pobrezinho | Para o novo ano reinar; | Mesmo se és mais un para eu contar |
| Com tanta injustiça e calamidade. | Foste para muitos tão pobrezinho | Mas dà-me saùde para eu ir mais além. |
| São não faltam ilusões nem enganos | Que ficaram sem amor nem carinho | Sò te peço que me não leves no engano |
| A mà fé também aumentou | Sem pai,sem mãe nem lar. | Lembramos-te o ano que vem de acabar |
| Lares sem amor nem carinho | Que deu à natureza un enorme dano | |
| Em troco de interesses e falsidade. | Também amigo de outros sim senhor | Deixando terras sem ninguém. |
| Muitos sim que são felizes | ||
| Até alguns homens de valores | Seréao eles que de ti falarão | Não precisamos de grandes històrias |
| Se tornaram senhores de cara tapada | Aproveitando bem a sua vida | O mundo é jà tão lindo como é |
| A vida honrada não a quizeram | Os que comem de seu justo pão ! | Sò nòs começamos a perder a fé |
| Deitando fora a sua seriédade. | Porque os governos sò procuram glòrias. | |
| Compraram-se até falsos amores | Muitos dirão que é um louvor | Por ti te prometemos novo "aninho" |
| Fica a humanidade desnorteada | Pelas suas boas directrizes | A voltar a ter confiança em quem vier |
| Com a luxùria reinados elegeram | Que o destino lhes trousse à mão | Que tragam ao pôvo un melhor viver |
| Atacando os castelos da honestidade. | Porque a natureza sempre apetecida | Com condições bem mais satisfatòrias. |
| Segiu com eles na sua mansidão. | ||
| Abriram-se tùneis para a violência | De promessas està o Paìs cheio | |
| Por onde passam os inocentes | Também eu de ti posso falar bem | Até jà escasseia a pràtica verdadeira |
| Em troca de leis descaradas | Porque com a vida ainda estou | Porque por esta sociedade inteira |
| Seladas com guerras dos diabos. | Certo é que perdi alguém | Se prometem "deuses" sem amor. |
| Sufucaram os gritos de clemência | Mas ainda posso ser quem sou | Veràs novo ano que o nosso meio |
| Por canhões virados aos continentes | Com a ajuda de Deus. Amem ! | Anda cansado de ouvir e de trabalhar |
| Matando famìlias sérias e honradas | A resposta da sorridente "ministrada" | |
| Tantos santos foram martirizados | Não pagar os salàrios pelo justo valor. | |
| Mas tu não receis ano doi mil e cinco | ||
| Ainda cà estamos para dar luta | ||
| Jà aprendemos com os outros anos | ||
| A defender os bens da nossa terra. | ||
| Jà chega de tanto apertar o cinto | ||
| Que os" deputados" mudem de conduta | ||
| Que nos partidos jà basta de enganos | ||
| Estamos por tudo, mênos fazer a guerra. | ||
Escrever o que sinto e deixar o meu coração se exprimir através da minha simples veia poética!
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
MAIS UM
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